NÃO SEI QUAL GRADUAÇÃO COMEÇAR, E AGORA???


POST BLOG-02O que mais preocupa os estudantes na hora de começarem uma graduação?

Às vezes quando estamos prestes a dar grandes passos na vida surgem preocupações que acarretam dúvidas, medos e incertezas que tornam começar algo novo uma coisa difícil. Por esse motivo muitos estudantes ficam na dúvida, mas como o tempo não para acabam adiando suas conquistas. Começar a estudar é o primeiro passo para você construir uma carreira de sucesso, mas para começar a estudar antes você tem que decidir qual profissão quer seguir…

… Como escolher uma profissão?

Na verdade não tem como escolher uma profissão, você nasceu com uma habilidade que o torna único e flui naturalmente em você. Pense nas coisas que você jamais deixaria de fazer e procure investir um pouco de tempo nisso. Existem alguns ‘vilões’ que você precisa tomar cuidado, eles não te querem bem:

POST BLOG-03… Como derrotar esses vilões?

Para cada malfeitor existe um combatente vamos chama-lo de ‘super-herói da graduação’:

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A verdade é que cada um descobre o que lhe faz melhor de uma forma única, mas esses passos com certeza irão lhe ajudar a escolher a profissão certa. Se você já sabe qual é a sua, já sabe o que fazer…

… Inscreva-se.

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8 ATITUDES PARA VOCÊ CHEGAR MAIS LONGE


POST BLOG - 8 ATITUDES-01

Algumas atitudes e pensamentos podem mudar totalmente nossa trajetória profissional.

Há momentos em que nos sentimos limitados em relação ao quão longe podemos chegar na vida profissional e pessoal, há momentos em que limitamos nosso potencial, há vezes que não enxergamos um horizonte distante.

Possivelmente você se sente assim às vezes, mas isso não é normal! E a melhor forma de você encarar isso é mudando algumas de suas atitudes.

Por isso preparamos algumas dicas:

Paixão

Uma jornada de sucesso é cheia de desafios e momentos de grandes dificuldades nos quais você tem que trabalhar arduamente para supera-los. Nem sempre estamos preparados, mas se tem algo que nos faz suportar esses momentos na vida, sem duvidas é a PAIXÃO por aquilo que você faz. Todas as pessoas de sucesso AMAM muito o seu trabalho.

Não estamos falando de religião, mas sim das coisas que se tornam possíveis quando você realmente acredita. Por isso, sonhar é muito importante, imagine que tudo aquilo que você deseja já lhe pertence no livro O Segredo muitas pessoas contam as coisas incríveis que conquistaram usando o poder da atração.

Conhecimento

Sim, conhecimento é fundamental para você chegar aonde quer chegar ele abre nossas mentes e deixa nosso cérebro inquieto em busca de oportunidades e soluções, nos faz pensar, sonhar e nos deixa mais otimistas e realistas. Estudar algo novo sempre ajuda, se você não esta fazendo nenhum curso ou especialização dedique pelo menos 45 minutos do seu dia para o aprendizado, esse é o tempo máximo que especialistas dizem que uma pessoa consegue se manter concentrada.

Visão

Você deve sempre ter uma visão forte e bem definida do quer na sua vida profissional. Manter o foco, ter sonhos bem definidos e uma ideia clara do deseja e como alcançar.

Confiança

Confiar em você mesmo é uma das atitudes mais poderosas que você pode ter. O medo e a dúvida são como músculos, cada vez que você os ouve fica mais fácil de acreditar em uma mentira sobre você mesmo. Confie nas suas competências e não nos seus pontos fracos.

Ação

Tão importante quanto pensar é agir! Não adianta você ter ideias sensacionais se não às coloca em pratica, quando achar que um projeto pode dar certo coloque a mão na massa e comece a trabalhar nele.

Prepotência

Você nunca vai chegar a lugar nenhum se achar que já sabe de tudo e que nunca vai precisar de ninguém, tome muito cuidado com seu ego você pode afastar pessoas de você se não tomar cuidado com o tamanho dele.

Gratidão

Aprenda a olhar para traz e ser grato por todas as coisas que conquistou e por todas as pessoas que o ajudaram, para obter novas conquistas antes você deve dar valor ao que você tem.

Referencias:

http://www.saiadolugar.com.br/

ACUFF, J.(2013). Start. SP. Ed., Novo Século.

EMPREGABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE


EMPREGABILIDADE

O ano de 2015 promete grandes desafios, segundo o IBGE a taxa de desemprego subiu para 6,8% no primeiro trimestre de 2015 comparado com o trimestre anterior.

São mais de 6,8 milhões de desempregados no Brasil, mas como não fazer parte desse índice?

Pensando nisso preparamos uma matéria que vai ajudar VOCÊ a crescer no momento de crise.

  • Diferenciais

Em uma competição o que te diferencia dos outros participantes?

Conforme a crise vai se estabelecendo fica cada vez mais difícil manter seus diferenciais competitivos por tanto, quando surgir oportunidades de agregar experiências novas no seu currículo não às deixe passar. Treine seus pontos fortes, suas características pessoais é algo que pode mostrar para as pessoas que não existe ninguém igual a você.

Mas antes de entrar no jogo dos diferenciais entenda que: no mercado de trabalho obter um diploma deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito mínimo para você ingressar no mercado. Então se não quiser fazer parte da crise você tem que obter pelo menos uma graduação ou estar cursando o ensino superior. Por tanto se você ainda não tem esse título comece já!

  • Formação ampla

É interessante que você se mantenha informado sobre quais são tendência dentro da sua área de atuação ou de outras que lhe tragam interesse para que e procure dominar os conhecimentos necessários e obter os requisitos mínimos para ampliar suas competências, você pode conseguir isso fazendo novos cursos, participando de palestras, seminários ou quem sabe até se candidatando para um estágio. Essas dicas são importantes para você fazer uma gestão estratégica da sua formação e das suas competências.

  • Empreender

Depois de ter o conhecimento necessário e de ter somado experiências suficiente você pode tentar por conta própria, em meio à crise sempre há momentos de oportunidades então estar preparado e ser criativo fazem toda a diferença. Muito cuidado com esse desafio não se esqueça de checar se você já possui os requisitos mínimos para vencer esse jogo e obter sucesso profissional.

  • Entenda o empregador

Para ganhar o reconhecimento que você merece essa dica é fundamental. Em momentos de crise as empresas têm a tendência de investir em profissionais que possuem mais conhecimento, que estão atualizados sobre o mercado de trabalho e conhecem novas metodologias. Essas são questões que os empregadores do ponto de vista estratégico levam muito em consideração na hora da contratação. Lembre-se que em momentos de crise todos passam por desafios então, na hora de se candidatar para uma vaga de emprego você tem que mostrar que tem tudo para ajudá-los a vencerem os desafios do mercado.

MERCADO PARA TODOS


A área de TI se divide em desenvolvimento de software, hardware e serviços. Saiba mais sobre ocupações com boas opções de emprego:

Gerência de TI

O QUE FAZ?
Gerencia projetos e operações de serviços de TI; identifica oportunidades de aplicação dessa tecnologia; administra equipes e interage com outras áreas

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 4.275,61

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Ciência da Computação/Sistemas de Informação

Administrador de Banco de Dados

O QUE FAZ?
Instala e administra bancos de dados remotos ou distribuídos; cuida da política de segurança e da qualidade da informação; faz ajustes de desempenho

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 3.153,44

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Ciência da Computação/Engenharia da Computação; Tecnologia em Banco de Dados

Desenvolvedor (Programador)

O QUE FAZ?
Desenvolve sistemas e aplicações, determinando a interface gráfica, critérios de navegação, montagem da estrutura de banco de dados e codificação de programas

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 1.933,47

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Ciência da Computação/Engenharia da Computação/Sistemas de Informação; Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas

Administrador de Redes

O QUE FAZ?
Gerencia os equipamentos de rede e a infraestrutura física de cabos; responde pela segurança de acesso à rede e adequação dos sistemas dos servidores da empresa

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 3.153,44

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Sistemas de Informação; Tecnologia em Redes de Computadores

Engenheiro de Computação

O QUE FAZ?
Projeta e monitora a adoção de soluções em linguagens de todos os níveis de complexidade; valida novas tecnologias; gerencia ambientes computacionais

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 4.103,66

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Engenharia da Computação

Analista de Sistemas

O QUE FAZ?
Especifica a arquitetura e as ferramentas para o desenvolvimento de sistemas; presta suporte técnico e treina clientes; elabora documentos técnicos

REMUNERAÇÃO MÉDIA:
R$ 2.971,31

FORMAÇÃO IDEAL:
Bacharelado em Sistemas de Informação; Tecnologia em Análise de Sistemas

fonte:www.estadao.com.br

Emprego em alta, à prova de bolhas


Tecnologia da Informação pode ter déficit de até 200 mil profissionais em 2013; veja os prós e contras de entrar cedo nesse mercado ou apostar no bacharelado

Carlos Lordelo e Paulo Saldaña – O Estado de S.Paulo

A maioria dos estudantes não faz ideia do que são códigos binários, mas eles estão na moda: a linguagem dos programadores de computador está por trás da navegação na web, dos e-mails, de ligações de celular e de outras tecnologias do cotidiano. Mesmo assim, o interesse pelo universo da Tecnologia da Informação (TI) é pequeno diante do que o mercado exige. Nesse cenário, a questão não é saber se haverá emprego, e sim qual emprego se pretende ter.

Hoje o Brasil precisa de 71 mil profissionais de TI, segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. O número pode chegar a 200 mil em 2013. “Daqui a sete anos, continuará havendo déficit”, diz Francisco Borges, diretor acadêmico da Veris Faculdades. “Engenharia Civil é uma bolha. Informática é para sempre: todas as empresas usam a TI como meio.”

Os candidatos a uma vaga no setor têm duas opções básicas: fazer um curso de perfil técnico e antecipar a chegada ao mercado ou optar por bacharelados de pelo menos quatro anos de duração. Neste segundo caso, a aposta é ter uma formação mais consistente e se candidatar a melhores salários. O risco é ser considerado “teórico” demais numa área em que tudo muda muito rápido.

Jefferson Santos de Araújo, de 23 anos, escolheu a via rápida. Depois do ensino médio, iniciou um curso técnico em informática. “Era muito ansioso. Nem terminei o técnico e comecei um tecnológico, na Fiap.”

Jefferson, que já cuidou até do suporte técnico de impressoras, hoje é analista de sistemas sênior da empresa CPM Braxis. Está no último semestre na Fiap e quer fazer pós-graduação para se tornar consultor. Nem cogita a hipótese de complementar a formação com um bacharelado. “Esses cursos não focam o mercado, enquanto a formação tecnológica e um MBA têm conteúdos que posso pôr em prática no dia a dia.”

A pressa de entrar no mercado e ganhar de cara um bom salário não é prioridade para Thiago Miranda Ferreira, de 26 anos, que está prestes a se formar em Ciência da Computação na USP. “Tenho bastante teoria e matemática, é uma formação abrangente”, diz o estudante, que é estagiário da Calum, empresa de soluções tecnológicas e cursos de TI.

Cobol. Thiago teve a certeza de que a opção pelo curso na USP foi correta num estágio anterior ao atual, no Unibanco. Lá ele teve de trabalhar com Cobol, linguagem de programação antiga. Embora não seja mais ensinada nas universidades, é muito usada no mercado financeiro, pela capacidade de processar grandes volumes de dados com segurança e velocidade. “Os analistas seniores são chamados de “donos” dessa linguagem, mas entendi rapidamente seu funcionamento”, diz. “Quando você conhece programação, tudo fica mais fácil.”

O consultor em TI Renato Oliveira Moraes, da Fundação Vanzolini, concorda com a importância dada por Thiago à base conceitual. “Se você é capaz de escrever bem em português, aprende uma nova língua com mais facilidade”, compara. “Quem faz a decisão de ser tecnólogo escolhe entrar mais rápido no mercado. Vai ser recompensado, mas pode acabar pagando um preço por isso.”

Para os cargos mais altos, a formação universitária é considerada imprescindível, garante Maria de Fátima Albuquerque, diretora de RH da Totvs, multinacional que desenvolve softwares e presta serviços de TI. “O candidato pode até fazer um curso tecnológico reconhecido e ter uma atitude muito boa no trabalho”, diz. “Mas precisa fazer um bacharelado para ter mais oportunidades.”

“Há vagas tanto para os tecnólogos quanto para os bacharéis. Só não podemos perder o bonde da história, como em outras vezes”, diz o coordenador dos cursos de graduação tecnológica da Fiap, Celso Poderoso, preocupado com a dificuldade de atender à demanda. O número de formados em 90 cursos relacionados à TI cresceu 9,7% entre 2005 e 2008. Nesse período, o total de profissionais contratados aumentou 21%.

“Estamos em um ponto crítico, porque a formação leva alguns anos. Já existe o temor de chegarmos ao extremo de importar mão de obra”, afirma Anselmo Gentile, diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). “Há cursos de TI sendo oferecidos, mas não sentimos aumento no número de formados.”

Na corrida para formar tecnólogos, as Faculdades de Tecnologia (Fatec) do Centro Paula Souza concentraram nos cursos de TI metade das 10.030 vagas oferecidas pela instituição. “O ensino tem foco bem específico no mercado, mas isso não tem sido desvantagem”, diz a assessora para projetos pedagógicos Vera Lúcia Camargo. Segundo ela, 98% dos formados pelas Fatec consegue emprego.

No Senac, também voltado para suprir as necessidades da indústria, dos cinco cursos de TI oferecidos, três são tecnológicos – com duração de dois anos e meio. “Os tecnólogos estão sendo cada vez mais valorizados nas empresas”, afirma o coordenador da área, Ozeas Vieira Santana Filho. A preocupação do Senac é oferecer um portfólio diversificado para atender às demandas específicas do mercado. Por isso, Vieira já planeja oferecer outros dois cursos em 2011: Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia para a Internet.

As universidades também estão fazendo adaptações para estimular a formação em TI. A partir do próximo vestibular, o bacharelado de Ciência da Computação da USP passa a ser uma carreira isolada no vestibular da Fuvest – até o ano passado, a graduação era oferecida com as carreiras de Engenharia.

O coordenador do bacharelado, Marco Dimas Gubitoso, aposta na mudança para aumentar o número de interessados no curso. “As pessoas acabam não sabendo muito a diferença entre as áreas, e isso estava se refletindo na procura, em termos de quantidade e perfil dos candidatos.” Assim como na formação em Engenharia da Computação, a carga de matemática do curso é pesada, o que assusta jovens com interesse mais superficial em computadores.

“A juventude deveria se interessar mais por essa área, que está pagando salários muito bons”, afirma Arnaldo Vallim Filho, diretor da Faculdade de Computação e Informática do Mackenzie. Pesquisa feita pela universidade com a última turma de 250 formandos em Ciência da Computação e Sistemas de Informação mostra que a maioria (42,6%) está ganhando entre 5 e 10 salários mínimos.

Educação básica. Gigantes que produzem muitas das plataformas, softwares e serviços usados no mercado, IBM e Microsoft têm trabalhado em conjunto com o ensino médio e o superior. As parcerias vão da criação de laboratórios em instituições de ensino a cursos que dão certificações – atestados de que o profissional sabe trabalhar com uma plataforma ou serviço específico, que valem tanto quanto um diploma.

“A gente procura trabalhar todos os níveis de capacitação. Fazemos isso não só para atender às nossas necessidades, mas também para formar uma comunidade de pessoal capacitado em TI”, afirma Andrea Rodacki, gerente de Parcerias com as Universidades da IBM, que tem acordos com cerca de 400 instituições.

“Não adianta começar com o aluno da universidade. Tem de ser desde a educação básica”, diz o diretor de Educação da Microsoft, Emílio Munaro.

Outro motivo pelo qual a formação em TI não basta para atender às demandas das empresas é a peculiaridade desse mercado, no qual uma companhia brasileira pode disputar um contrato com rivais indianas e americanas, por exemplo. “Se o País quer exportar serviços em TI, o brasileiro precisa falar pelo menos inglês”, resume o fundador da Stefanini IT Solutions, Marco Stefanini.

fonte:www.estadao.com.br

Micro e Pequenas empresas criam maioria dos empregos



Dados coletados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) quanto à geração de empregos no País em junho de 2010 mostram que as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) superam companhias de maior porte na criação de postos de trabalho com carteira assinada. De um total de 212.952 empregos gerados no Brasil no mês de junho, 152.971 foram criados pelas MPEs, o equivalente a 71,8% do total de empregos gerados. Os índices apontam também um crescimento em relação aos níveis registrados em maio (71,3%).

Fonte: Agência Sebraer de Notícias